VER HISTÓRIA

 

 

2ªSÉRIE

ENSINO MÉDIO

  ATIVIDADES

          

 

 

 

 

 

     

              

At.: BARROCO MINEIRO (para 00/00)

As transformações provocadas na colônia com a exploração do ouro deixaram marcas culturais nas cidades de Minas Gerais. O Barroco era a estética desse processo. Siga rigorosamente o roteiro de estudo abaixo sobre o Barroco para evitar cópias.

a) Pesquisar as características do barroco brasileiro (origem, características, diferença do barroco europeu, maiores obras, principais artistas).

b) O que significa a palavra "barroco"? Como essa definição pode se relacionar com as características do estilo artístico próprio do Barroco?

c) O espírito barroco, anterior a qualquer definição ou caracterização de um estilo artístico, é uma maneira de ver, sentir e se relacionar com o mundo. O conflito entre a matéria e a alma foi o dilema do homem barroco. Relacione o espírito barroco com o contexto histórico da mineração das cidades mineiras.

d) Escolha uma obra do barroco brasileiro (pintura, escultura ou estatuária) e faça uma leitura da obra. Atenção! Essa leitura deve ser pessoal e inédita.

e) Para refletir e discutir: as cidades mineiras dos roteiros turísticos têm mais história que outras cidades brasileiras? Disserte.

 

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At.: Frankenstein e a clonagem (para 08/02)

 

 Propõe-se nesta atividade discutir o ideal do pensamento Iluminista em se obter o progresso material dominando as forças da Natureza através da pesquisa científica. Esse ideal que visava beneficiar toda a humanidade acabou se defrontando com uma sociedade burguesa capitalista que dividiria os indivíduos entre ricos e pobres, ou seja, aqueles que desfrutariam deste progresso material tecnológico e aqueles que viveriam à margem de todo desenvolvimento. Portanto, o desafio maior ao se considerar uma sociedade capitalista é encontrar um ponto de equilíbrio entre os benefícios da tecnologia com uma postura ética e humana.

a) Defina os objetivos do Iluminismo.

b) Faça um texto discorrendo sobre a questão da tecnologia no mundo moderno, procurando responder de modo geral às seguintes indagações: o homem torna-se refém de suas invenções tecnológicas? A tecnologia inclui ou exclui o homem? Tira ou dá consciência? Mantemos o controle absoluto sobre elas? Quais os limites éticos da ciência?

c) O que você pensa sobre a clonagem? As pesquisas da clonagem de seres humanos devem ter limites?

d) Qual a semelhança entre a história de Frankenstein e as pesquisas de clonagem? Considere os seguintes fatores para discussão: homem, ciência, ética e Deus.

 

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At.: documentário: A conjuração baiana (para 00/00)

 

As revoltas emancipatórias do século XVIII antecederam em alguns anos a Independência brasileira, mas não necessariamente a determinou, já que as razões que levaram à ruptura definitiva com Portugal tiveram natureza e circunstâncias diferentes daquelas revoltas. Para entender a Conjuração Baiana ou Revolta dos Alfaiates (1798), assista ao documentário da série "De lá pra cá" da TV Brasil e pontue as principais ideias ali debatidas pelos especialistas do tema.

 

Vídeo

De lá para cá: Revolta dos alfaiates

Artigo

Tiradentes: a construção de um herói republicano

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At.: Declaração de Independência dos EUA (para 22/02)

 

Leia a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América (veja seção Textos) e responda:

a) Identifique ideais iluministas na Declaração.

b) Identifique dois motivos relatados na Declaração que levaram os colonos americanos à independência.

c) Eleja duas principais argumentações usadas pelos colonos para justificarem a Declaração de Independência.

d) "A 23 de agosto de 1775, o rei Jorge III declarou os colonos oficialmente rebeldes e advertiu que seriam punidos como traidores. Os políticos americanos mais radicais aproveitaram a oportunidade para romper claramente com a Grã-Bretanha e selecionaram uma comissão para esboçar uma declaração de independência que cortaria formalmente Os laços com a metrópole. O principal redator desse documento foi um virginiano de 33 anos chamado Thomas Jefferson. Advogado e intelectual brilhante, Jefferson encheu sua declaração com os ideais igualitários e humanitários da filosofia iluminista. Após sete dias de debates, ela foi adotada pelo Congresso com uma única alteração importante: Jefferson, embora dono de escravos, incluíra uma denúncia do tráfico escravagista. O Congresso resolveu tirá-la em deferência aos delegados do sul, onde a sociedade se baseava amplamente no trabalho escravo". (Ventos revolucionários, in História em revista, tradução e adaptação para a língua portuguesa de Pedro Paulo Poppovic Consultores, Rio de Janeiro, Abril Livros, 1992.)

Como a partir do texto acima podemos dizer que os ideais que envolveram a Declaração de Independência tinham limites?

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At.: revolução francesa: a Bastilha (para 05/04)

Leia os textos abaixo "A prisão do Antigo Regime", de Simon Schama, e "O Carandiru", de Dráuzio Varella, e responda as questões a seguir:

 

a) Compare as diferenças entre a lenda e a realidade da Bastilha.

b) O que explicaria a construção do mito da Bastilha?

c) Explique a seguinte frase do texto: “se não existisse, pode-se dizer, seria preciso inventá-la”

d) Agora, compare a Bastilha descrita no texto com os presídios no Brasil a partir do texto de Drauzio Varella.

 

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At.: o 'GRANDE MEDO' DE 1789 (para 12/04)

 

Leia o excerto do livro "Grande Medo de 1789" do historiador francês Georges Lefébvre (veja seção "Textos") e responda as seguintes questões:

a) O que foi o "Grande Medo"? Qual sua importância para a Revolução Francesa?

b) Segundo Lefébvre, quais foram os efeitos, em termos de mentalidades, da crise econômica, política e social?

c)  Representação é formalizar uma visão sobre algo (grupo, fato histórico, ideia, cultura, estética, etc) e aos historiadores acreditam que ao construir essa "imagem" se torna mais interessante entender e estudar as razões ideológicas de quem fez a representação do que propriamente elucidar o "objeto representado".  A figura do camponês foi uma representação tradicional criada ao longo da história. Muitas vezes vemos uma representação (uma pintura, por exemplo) e não paramos para pensar que a cena representada foi elaborada por uma pessoa ou, assertivamente, um grupo social e acabamos compartilhando da mesma visão sem refletir devidamente sobre o assunto, já que a representação chega pronta para nós e não costuma revela abertamente os valores e concepções de quem as construiu.  A nobreza francesa apreciava fazer representações dos camponeses antes da Revolução de 1789 de maneira idealizada, e, após os acontecimentos revolucionários, criou outra completamente diferente, como "classes hostis".  O camponês permaneceu camponês, o que se alterou foi a representação de sua imagem por outro grupo social (nobreza) condicionado por fatores históricos, sociais, ideológicos, simbólicos, etc. Atualmente, também temos nossas visões, especialmente morando na cidade, sobre os camponeses. Mas quem construiu essa representação? Você a partir de seus estudos e conhecimentos? Ou você emprestou e reafirmou  a representação feita por outro? Por exemplo, o que sabemos sobre os camponeses que compõem o Movimento dos Sem Terra? A construção de sua imagem é construída, majoritariamente, nos grandes meios de comunicação e disseminada através de noticiários, revistas, jornais, mídia digital, etc., e acabam formalizando  uma representação dominante sobre o  MST. Assim, precisamos entender que as imagens carregam ideias, valores, símbolos de quem as produziu. Com esses questionamentos de fundo, leia cuidadosamente a sequencia de imagens sobre camponeses e comente como esse grupo social (o camponês) foi representado ao longo da história nas respectivas imagens.

d) É importante discutir também a noção de violência no processo revolucionário francês. Leia duas charges: a primeira sobre a ação dos revolucionários franceses e a segunda uma imagem contemporânea (veja seção "Imagem") e responda:

d1) A violência representada nas duas imagens tem a mesma razão e natureza? Justifique.

d2) Discuta: a violência pode ser de algum modo justificável?

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At. LIMITES DO RADICALISMO REVOLUCIONÁRIO (para 00/00)

A importância da teorização sobre a Revolução Francesa é necessária pois trata-se de um marco para a história mundial. Suas consequências nos influenciam até hoje e junto a ela o iluminismo que buscou a unidade da espécie humana. A busca pela verdade através da ciência em vez da religião, uma ética universal, a liberdade e igualdade são passos fundamentais para a nossa sociedade pois antes nos prendíamos em dogmas que não apresentavam explicações ontológicas algumas, só justificam opressões.

O sociólogo político estadunidense Barrington Moore Jr. aponta uma visão diferente da Revolução Francesa. Moore trabalha com a ideia de que a Revolução só ocorreria por exclusividade dos sans-cullotes e dos camponeses. Eles (os sans-cullotes) fizeram a revolução burguesa na França e os camponeses determinaram até que ponto ela poderia chegar. Para Moore a necessidade de se obter alimentos em Paris mostra a importância das mudanças ocorridas também no campo. Caso os camponeses se rebelassem – como ocorreu em diversas vezes no período da Revolução – as cidades seriam fortemente afetadas o que gerou uma relação de interdependência e negociação de direitos.

Leia o texto "Os limites do radicalismo na Revolução Francesa" de Barrington Moore Jr. e responda as questões abaixo:

a) Quais os grupos sociais citados no texto na época da Revolução Francesa?
b) Explique o que o autor chama de "limitação" como fator decisivo para a Revolução.
c) O que seria uma "modernização conservadora"?
d) Explique o papel das "forças radicais" no resultado da revolução.
e) Os camponeses frearam e mudaram o resultado da Revolução? Justifique sua resposta.

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At.: Napoleão: uma leitura caleidoscópica (para 00/00)

 

Napoleão Bonaparte (1769-1821) é um dos personagens históricos mais ambíguos do século XIX. Para muitos foi um brilhante estrategista militar, um homem com determinação, iniciativa e liderança. Para outros, foi um tirano arrogante, sanguinário e egoísta. Seus inimigos o temiam e o respeitavam. O duque de Wellington, que o venceu em Waterloo, alegou que Napoleão Bonaparte, em campo de batalha, valia 40 mil homens.

Veja o que o renomado historiador inglês Eric Hobsbawn diz sobre Napoleão: "O exército era uma carreira como qualquer outra das muitas abertas ao talento pela revolução burguesa, e os que nele obtiveram sucesso tinham um interesse investido na estabilidade interna como qualquer outro burguês. Foi isto que fez do exército, a despeito de seu jacobinismo embutido, um pilar do governo pós-termidoriano, e de seu líder Bonaparte uma pessoa adequada para concluir a revolução burguesa e começar o regime burguês. O próprio Napoleão Bonaparte, embora cavalheiro de nascimento pelos padrões de sua bárbara ilha natal da Córsega, era um carreirista típico daquela espécie. (...) O Ano II fez dele um general. Sobreviveu à queda de Robespierre, e um dom para o cultivo de ligações úteis em Paris ajudou-o em sua escalada após este momento difícil. Agarrou a sua chance na campanha italiana de 1796, que fez dele o inquestionado primeiro soldado da República, que agia virtualmente independente das autoridades civis. O poder foi meio atirado sobre seus ombros e meio agarrado por ele quando as invasões estrangeiras de 1799 revelaram a fraqueza do Diretório e a sua própria indispensabilidade. Tornou-se primeiro cônsul, depois cônsul vitalício e Imperador. E com sua chegada, como que por milagre, os insolúveis problemas do Diretório se tornaram solúveis. Em poucos anos a França tinha um Código Civil, uma concordata com a Igreja e até mesmo o mais significativo símbolo da estabilidade burguesa – um Banco Nacional. E o mundo tinha o seu primeiro mito secular." (in: Era das Revoluções,  1789-1848)

Nesta atividade abriremos um leque de leituras para tentar conhecer a complexidade da construção da figura de Napoleão para história francesa e mundial. Siga o roteiro abaixo:

a) Pesquise um único mapa que represente as guerras napoleônicas na Europa e faça uma análise pessoal da imagem.

b) Pesquise o significado e aplicação do conceito "bonapartismo" adotado pela Ciência Política.

c) Leia as imagens com as Representações da figura de Napoleão (veja seção "Imagens") e defina os significados que cada representação quis construir sobre Napoleão.

d) Leia a poesia Bertolt Brecht (1898-1956), "Perguntas de um trabalhador que lê" (veja seção "Textos") e responda: como tal poesia esclarece a dimensão do sujeito histórico da figura de Napoleão?

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At.: o pioneirismo inglês na revolução industrial (para 17/03)

 

A Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra integra o conjunto das "Revoluções Burguesas" do século XVIII, responsáveis pela crise do Antigo Regime, na passagem do capitalismo comercial para o produtivo (ou industrial). Os outros dois eventos que a colaboraram nessa transição para modernidade foram a Independência dos Estados Unidos e a Revolução Francesa, que sob influência dos princípios Iluministas, marcam o início da Idade Contemporânea.

Em seu sentido mais pragmático, a Revolução Industrial significou a substituição da ferramenta manual pela máquina, e contribuiu para consolidar o capitalismo como modo de produção dominante. Esse momento revolucionário, de passagem da energia exclusivamente humana para motriz, é o ponto culminante de uma evolução tecnológica, social, e econômica, que vinha se processando na Europa desde a Baixa Idade Média.

Leia o excerto do livro "As origens da Revolução Industrial"  (veja seção "Textos"), do historiador inglês Eric J. Hobsbawm, e responda:

a) Por que, segundo Hobsbawm, a manufatura têxtil foi o setor produtivo pioneiro da revolução industrial?

b) Ao falar do "mercado mundial", o autor afirma: "é mais provável que o impulso provenha do exterior". Justifique a afirmação.

c) Sabemos que a ferrovia desempenhou papel fundamental na aceleração da industrialização. No entanto, o autor aponta o verdadeiro motivo desse rápido desenvolvimento na Inglaterra. Explique.

 

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At.: A situação da classe trabalhadora inglesa (para 24/03)

 

Leia o excerto do livro "A situação da classe trabalhadora na Inglaterra" (veja seção "Textos") de Friedrich Engels e responda as seguintes questões:

 

a) Comente a relação da industrialização inglesa com a estrutura etária.

b) Por que os adultos masculinos eram rejeitados como mão de obra?

c) Explique o impacto da industrialização na família inglesa e em seus valores morais.

d) Leia a letra Bodies do Sex Pistols, e disserte sobre a relação dos seguintes temas: corpo, exploração, disciplina e revolução industrial.

 

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At.: cadeia produtiva (para 00/00)

 

A cadeia produtiva é um conjunto de etapas consecutivas, ao longo das quais os diversos insumos sofrem algum tipo de transformação, até a constituição de um produto final e sua colocação no mercado. Trata-se, portanto, de uma sucessão de operações (ou de estágios técnicos de produção e de distribuição) integradas, realizadas por diversas unidades interligadas como uma corrente, desde a extração e manuseio da matéria-prima até a distribuição do produto.

Para pensar este tema vamos sistematizar informações sobre uma cadeia produtiva:

1. Escolha um produto industrializado.

2. Dê as seguintes informações sobre o produto:
a) Quais as matérias-primas utilizadas?
b) Quais regiões primordialmente produziram essas matérias-primas?
c) Que tipo de industria participaram na fabricação do produto?
d) Que categoria de trabalhadores (profissões) estiveram envolvidas no processo produtivo?
e) Como foi feita sua comercialização?
f) Qual o preço do produto no mercado?
g) Se o produto custasse 100 reais como este valor estaria distribuído na cadeia produtiva?
h) Que grupos sociais podem adquiri-los?

3. Que conclusão pode-se apresentar sobre a organização (técnica) e as relações sociais de trabalho.
4. Assista ao vídeo a "História das Coisas" e faça uma dissertação.

 

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At.: LEITURA DE FILME: CARLOTA JOAQUINA (para 00/00)

Na Espanha de 1785, Carlota Joaquina (Marieta Severo) era uma infanta de 10 anos de idade e foi prometida para D. João VI de Portugal. Recebe o retrato do seu futuro esposo e é obrigada a partir para corte portuguesa levando consigo somente sua orgulhosa herança familiar. Chegando em seu novo país, Carlota sofre uma grande decepção ao encontrar seu "prometido", o que gerou muitas brigas, infidelidades... e muitos filhos. Com a morte de D. José, herdeiro do trono português e a declarada insanidade de Maria I, Carlota Joaquina e D. João VI herdam a coroa portuguesa. Porém, assustados com a Revolução Francesa e a aproximação do exército de Napoleão, resolvem fugir para sua colônia: o Brazil. “Carlota Joaquina" é uma produção esmerada que retrata a história do Brasil com requintes de época, sob direção de Carla Camurati, uma ótima revelação do cinema brasileiro.

Como o filme representa os seguintes temas?

a) a Família Real.
b) o povo.
c) a terra.
d) o poder.

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At.: A iNDEPENDÊNCIA DA AMÉRICA ESPANHOLA (para 00/00)

A maior parte da área territorial do continente americano pertencia à Espanha no período moderno (séculos XV-XVIII). Para tornar possível a colonização em vasto área criou-se um sistema administrativo descentralizado, como os vice-reinados (Nova Granada, Nova Espanha, Peru e Rio da Prata) e as capitanias gerais (Chile, Cuba, Venezuela e Guatemala). Inusitadamente, o Brasil acabou se constituindo como o maior território entre os país da América Latina e único a falar português, enquanto nossos vizinhos se fragmentaram territorialmente durante o processo de independência. De qualquer modo, com algumas poucas exceções, podemos dizer que os países latinos da América têm uma história comum, interesses políticos parecidos, desenvolvimento econômico e social semelhantes e, devemos compreender, as alternativas para o futura devem ser pautadas conjuntamente como melhor estratégia para enfrentar a enorme concorrência internacional. Portanto, vamos conhecer melhor nossos vizinhos. Siga o roteiro:

1) Faça uma pesquisa e eleja um tema cultural que nós brasileiros deveríamos conhecer sobre nossos vizinhos latinos. Justifique sua escolha.

2) Qual a diferença entre os conceitos de Relações Internacionais e Relações Exteriores? Dê exemplos.

3) Escolha um país da América Espanhola e pesquise sobre seu processo de independência tratando os seguintes fatores:
   a) os motivos
   b) os líderes
   c) principais acontecimentos
   d) a participação popular

Veja Mais!

As paralelas se cruzam  (History Channel)

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At.: HAITI: PASSADO E PRESENTE (para 00/00)

Escolha

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At.: A "missão francesa" no Brasil (para 26/04)

Jean Baptiste Debret (1768-1848) foi um dos mais ilustres pintores que participaram da "Missão Francesa" no Brasil. Leia as imagens "Uma senhora brasileira em seu lar" ,"Jantar no Brasil"  e "Uma loja de barbeiro" (veja as pinturas na seção "Imagem") e responda:

a) Faça uma pesquisa e defina o que foi a "Missão Francesa" no Brasil de D. João?

b) Descreva o que você observa em cada imagem.

c) Como se relacionam brancos e negros nas imagens? Justifique sua resposta.

d) Por que Debret pintou essas imagens?

e) Na sua opinião, existem situações em nossa sociedade que se assemelham a estas pintadas por Debret? Justifique sua resposta.

f) Pesquise uma imagem atual (deve ser inserida na atividade) que represente o cotidiano das famílias brasileiras. Descreva essa imagem e justifique sua escolha.

 

Vídeo Complementar

https://www.youtube.com/watch?v=P7GYjFbYXdk&index=7&list=PLLOoZxPk_oPsfzk2rdBtoY-jykOqAefKx

Leia Mais!

http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/jornalPDF/218pag04.pdf

 

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At.: AS revoltas regenciais (para 19/05)

       O Período regencial brasileiro (1831-1840) foi o intervalo político entre os mandatos imperiais da Família Imperial Brasileira, pois quando o Imperador Pedro I abdicou de seu trono, o herdeiro D. Pedro II não tinha idade suficiente para assumir o cargo. Devido à natureza do período e das revoltas e problemas internos, a Regência foi um dos momentos mais conturbados do Império. As revoltas do período foram: Cabanagem (1835–1840); Balaiada (1838–1841); Sabinada (1837–1838); Levante dos Malês (1835) e Revolução Farroupilha (1835–1845).
 
Escolha duas revoltas e, para cada uma, responda o roteiro abaixo:
a) os motivos;
b) os objetivos;
c) os líderes
d) os principais acontecimentos;
e) o desfecho da revolta.

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At.: A construção da identidade brasileira (para 05/05)

Em 1843, durante o Segundo Reinado, o médico e botânico bávaro Karl Friedrich Philipp von Martius, então com 49 anos, apresentou o estudo "Como se deve escrever a História do Brasil" ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, de que era sócio honorário. O IHGB oferecera um prêmio a quem apresentasse o melhor sistema de escrever a história do Brasil. O trabalho de Martius foi o vencedor e tornou-se logo um clássico de nossa historiografia.

Leia o texto "Brava gente brasileira" (veja seção "Textos"), de Mônica Duarte Dantas e Maria Luiza Ferreira de Oliveira, e responda as questões a seguir:

a) Após a Independência brasileira, segundo o texto, qual a dificuldade dos brasileiros?

b) Ser um país é ter uma memória e uma identidade. A elite brasileira imperial propôs uma "memória" e um modelo ideológico para compreender a história brasileira, com o livro de von Martius. Explique a tese desse livro.

c) A realidade brasileira ajudava a pôr em prática a tese de von Martius? Justifique.

 

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At.: um inglês no Brasil do século XIX (para 10/05)

Atividade realizada em sala de aula.

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At.: o homem na cidade moderna do século XIX (para 00/00)

O século XIX foi marcado por grande crescimento demográfico e por deslocamento populacionais de enormes proporções, além do desenvolvimento urbano e industrial. A população residente da Europa, onde se iniciou o processo da industrialização, saltou de menos de 200 milhões, no século XVIII, para pouco mais de 400 milhões de pessoas que emigraram para outras regiões do mundo. Já em 1850, 22 cidades europeias tinham mais de 100 mil habitantes; dez anos depois, seriam 45 cidades; e, em 1913, haviam saltados para 184. No início do século XX, mais da metade da população da Europa Ocidental já vivia em cidades, atraídas por oportunidades geradas pela industrialização. É preciso entender como este homem vivia nestes grandes centros urbanos.

Leia o artigo "As fases do monstro urbano" (veja seção "Textos"), de Maria Stella Martins Bresciani, e comente a ideia principal do texto.

LEIA MAIS!

Homem da multidão (CONTO)

Homem da multidão e o flâneur no conto "O homem da multidão” (ARTIGO)

Charles Baudelaire e a cidade de Paris (ARTIGO)

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At.: BAQUAQUA NA TERRA DO TRATO DOS VIVENTES (para 00/00)

Milhões de seres humanos, caçados e sequestrados na África, cruzaram o Oceano Atlâtico, até 1850, e desembarcaram no Brasil, onde foram escravizados. Deste período, o único registro biográfico na perspectiva de um cativo foi o de Mahommah G. Baquaqua. Ele nasceu em uma família muçulmana no final dos anos 1820, no reino de Bergoo, (atual Borgoo, no atual Benin), interior da África Ocidental. Quando jovem, foi escravizado na África Ocidental, dias depois foi traficado para o Brasil na década de 1840. Como escravo trabalhou numa embarcação comercial escapando em 1847. Liberto por abolicionistas na cidade de Nova York, depois seguiu para o Haiti. Ali, permaneceu sob os cuidados de um casal de missionários batistas, retornando aos Estados Unidos em 1849. Logo transferiu-se para o Canadá onde trabalhou com o editor Samuel Moore, responsável pela publicação de seu livro de memórias. Anos depois, viajou para a Inglaterra na esperança de voltar à sua terra natal, na África. O último registro histórico em sua referência é de 1857, após essa data desapareceu por completo. Nos primeiros sete capítulos de sua narrativa, Moore apresenta uma visão política e cultural da Bergoo, época da mocidade de Baquaqua, acrescidos de seus próprios comentários sobre o seu país, o islamismo e a escravidão.

Leia o trecho do livro Mahommah G. Baquaqua, um nativo de Zoogoo, no interior da África intitulado "Navio Negreiro" e responda:

a)



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http://www.baquaqua.com.br/ 

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At.: homens livres pobres e libertos (para 09/08 ou 16/08)

Leia o texto "Homens livres pobres e libertos", de Mônica Duarte Dantas e Maria Luiza Ferreira de Oliveira, sobre a vida cotidiana das populações pobres (livres ou ex-escravos) no final do século XIX, e discuta:
a) Como essa população pobre e ex-escravos viviam?
b) Com se relacionavam com outras classes sociais?
c) Como se relacionavam entre si?
d) Como se relacionavam com o poder?
e) Como lutavam por cidadania? Enfim, como tentavam construir uma identidade em uma sociedade brasileira hostil, violenta e excludente pós-escravidão?
f) Faça uma leitura geral das fotografias
1?

(1) ATENÇÃO: Considere na leitura das imagens a perspectiva de fotografias produzidas no Brasil a serem consumidas na Europa.

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http://www.cartacapital.com.br/revista/878/o-cativeiro-em-primeira-pessoa-9930.html

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  At.: o público e o privado no império (para 21/06)

Nos confins da língua latina e do direito romano, a palavra privus (particular) deu origem a duas variantes, privatus (privado) e privus-lex ou privilegium (lei para um particular, privilégio). Essas variantes fundem-se de novo num só significado no contexto do escravismo moderno, no qual o direito – o privilégio – de possuir escravos incide diretamente sobre a concepção da vida privada. Como na Colônia, a vida privada brasileira confunde-se, no Império, com a vida familiar. Resta que, no decorrer do processo de organização política e jurídica nacional, a vida privada escravista desdobra-se numa ordem privada prenhe de contradições com a ordem pública. Manifesta-se dualidade que atravessa todo o Império: o escravo é um tipo de propriedade particular cuja posse e gestão demandam, reiteradamente, o aval da autoridade pública. (...) o escravismo não se apresenta como uma herança colonial, como um vínculo com o passado que o presente oitocentista se encarregaria de dissolver. Apresenta-se, isto sim, como um compromisso para o futuro: o Império retoma e reconstrói a escravidão no quadro do direito moderno, dentro de um país independente, projetando-a sobre a contemporaneidade” (Alencastro, Luís Felipe, “Vida privada e ordem privada no Império”, In: História da vida privada no Brasil, v.2, p.16-17). 

a) Sobre qual privilégio se sustentava a vida privada no Brasil do século XIX? Por quê?

b) Quais eram as contradições entre a ordem privada e a ordem pública no período imperial brasileiro?

c) Por que, para Alencastro, a escravidão não se constitui numa herança colonial? Qual é papel do Estado nacional na manutenção do escravismo?

d) O Brasil era um país pacífico no século XIX?

e) A violência social e as desigualdades de direitos e oportunidades no Brasil podem ser uma herança de uma sociedade escravocrata? Justifique sua resposta. (artigo abaixo ajuda a refletir sobre o tema)

 

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http://www.cartacapital.com.br/sociedade/ta-com-do-leva-pra-casa-9077.html

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At.: guerra do Paraguai (para 00/00)

1) Leia a frase e responda:

     "A República do Paraguai se defendia heroicamente contra as agressões do Império do Brasil. (...) Para todas as nações, o heroísmo da resistência de tão pequena república contra aliados tão poderosos excitava a simpatia que sempre há pelo fraco (...)" (Sarmiento, D.F. "Questões americanas", In: Pomes, León. Sarmiento, D.F.; política, SP: Ática, 1983, Coleção Grandes Cientistas Sociais)

a) Como Sarmiento representa nesse texto o conflito entre o Brasil e o Paraguai?

b) De que modo essa representação de Sarmiento ilustra o conflito político-ideológico no Brasil?

c) Por que a Guerra do Paraguai contribuiu para o movimento abolicionista no Brasil?

 

2) Faça um comparação entre a fotografia e a pintura de guerra e explique como cada tipo de imagem particularmente pode elucidar e apresentar a Guerra do Paraguai.

 

Fotos: http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/guerra_paraguai/galeria.html

Pinturas: http://www.dezenovevinte.net/bios/bio_pa_arquivos/avahy.jpg   

                http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/3e/Americo-ava%C3%AD.jpg

             http://upload.wikimedia.org/wikipedia/7/75/Batalha_riachuelo_victor_meirelles.jpg

 

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Entre retratos e cadáveres: a fotografia na Guerra do Paraguai

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  At.: comportamento humano e discurso científico (para 01/09)

 

Alguns cientistas mais radicais do fim do século XIX, conhecidos por fisicistas, acreditavam na completa determinação biológica dos seres humanos, inclusive dos seus pensamentos, sentimentos, ações e capacidade, de acordo com a configuração física de seus corpos (fenótipos) e dos estímulos externos a que eram submetidos. Tal linha de pensamento é conhecida por determinismo.

A ciência no século XIX foi, preponderantemente, um discurso de poder. É fato que as teses, leis e explicações do cientificismo daquele contexto já foram superadas ou abandonadas, mas o que nos ainda provoca reflexão é o fato do conhecimento cientifico, especialmente os estudos da Biologia, emitir explicações e justificativas para aspectos do mundo social ou comportamento humano em sociedade, ou seja, para além de seu campo de pesquisa formal. Para entender mais sobre essa relação entre discurso científico e sociedade no século XIX e na atualidade siga o roteiro abaixo:

a) Pesquise e discuta a veracidade da chamada Hipótese Poligenista defendida no século XIX.

b) Pesquise e explique as ideias das teorias da Frenologia e da Antropometria.

c) Pesquise e explique as ideias de Cesare Lombroso sobre a antropologia criminal.

d) Leia o texto "A biologização do social", de Roberto Kurz. Alguns estudos ligados a pesquisa do genoma humano repete o cientificismo do século XIX? Quem ganha como o novo cientificismo genético? Justifique suas respostas.

LEIA MAIS!

https://www.theguardian.com/technology/2017/sep/12/artificial-intelligence-face-recognition-michal-kosinski

http://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia/quadrinhos-e-neocolonialismo-herois-e-super-herois

https://jus.com.br/artigos/4633/darwin-e-darwinismo-social

https://www.youtube.com/watch?v=Nv3HsqYKEPM

https://www.youtube.com/watch?v=31h9FIf8Zr4

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  At.: "o fardo do homem branco" de rudyard Kipling (para 06/09)

 

Rudyard Kipling (1865-1936) foi um dos maiores escritores ingleses e um dos poetas mais populares na Inglaterra. Nascido na Índia, em Bombaim, nos áureos tempos do Império Britânico. Começou sua atividade como jornalista na Índia, em Bombaim, onde nasceu, filho de respeitáveis ingleses em missão colonial. É considerado o grande porta-voz do Império Britânico e sua obra além de retratar os pontos mais remotos do grande império, quase sempre enaltece a presença civilizadora dos ingleses. Elogiado por T. S. Eliot, sua poesia alcançou prestígio internacional, além dos seus contos e romances alcançarem rapidamente edições em todo o mundo. Recebeu a suprema honraria do Prêmio Nobel em 1907. Além de seus livros de poemas, escreveu ensaios jornalístico e depoimentos sobre suas inúmeras viagens. Entre suas muitas obras, destacam-se Livro da Jângal (1895) e Kim (1901).

A seguir um trecho do poema "O fardo do homem branco":

 

Tomai o fardo do Homem Branco -
Envia teus melhores filhos
Vão, condenem seus filhos ao exílio
Para servirem aos seus cativos;
Para esperar, com arreios
Com agitadores e selváticos
Seus cativos, servos obstinados,
Metade demônio, metade criança.

Tomai o fardo do Homem Branco -
Continua pacientemente
Encubra-se o terror ameaçador
E veja o espetáculo do orgulho;
Pela fala suave e simples
Explicando centenas de vezes
Procura outro lucro
E outro ganho do trabalho.

[...]

 

Leia o poema completo (ver link abaixo) e responda as seguintes questões*:

a) Quem seria o "homem branco"? A quem ele se opõe?

b) Que palavras e expressões o poeta usa para se referir aos povos colonizados pelo "homem branco"?

c) Como o "homem branco" é apresentado no poema?

d) Em que contexto histórico esse poema foi escrito?

e) Por que o autor denomina o imperialismo de "o fardo do homem branco"?

f) Qual era o "fim que todos procuram" (3ª estrofe)?

g) Em que ideias, crenças ou visão de mundo o poema se baseia?

h) Quais as consequências sociais resultantes desse pensamento?

i) Qual seria o fardo enfrentado pelos africanos que têm que lidar com os brancos europeus?

(*) As questões foram retiradas do site:  http://www.ensinarhistoriajoelza.com.br/imperialismo/ 

LEIA MAIS!

http://www.blocosonline.com.br/literatura/poesia/pi/pi06emdiante/pi200821.php

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  At.: A descolonização da áfrica e os problemas atuais (para 00/00)

 

Ao tratar o tema Imperialismo do século XIX, torna-se pertinente discutir em seguida o processo de descolonização africana a fim de estabelecer uma reflexão sobre a atual situação do continente. É remontar a "história dos vencidos" e refletir sobre as consequências desastrosas do "humanismo racista europeu" (o projeto civilizador), como disse Jean-Paul Satre, impôs à região. É, de certo modo, assumir conscientemente essa trágica herança histórica como colonizadores e como tal devemos assumir responsabilidades. Adam Hochschild definiu da seguinte forma o resultado da ação dos colonizadores: "dos tempos coloniais para cá, o maior legado que a Europa deixou para a África não foi a democracia conforme ela é pratica hoje em países como Inglaterra, França e Bélgica; foi o autoritarismo e o saque."

 

Sobre os processos de independência africana, responda:

 

a) Escolha um país africano e pesquise seu processo de independência.

b) Um dilema no processo de independência africana era que não se tratava apenas de reconquistar os territórios geográficos, mas havia a árdua tarefa de retomar o território cultural. Como você já estudou a ideologia utilizada para dominar a região, por que o dilema acima faz sentido?

c) A independência política assegura a independência cultural de um país? Justifique.

d) O que é o Apartheid? Pode-se dizer que a África do Sul traz um paradigma do século XIX não resolvido ? Explique.

e) O cantor Bono Vox, da banda U2, militante de diversas causas humanitárias, liderou há alguns anos atrás um grupo de artistas na realização do Live Aid, a fim de ajudar a combater a miséria e a fome na África. Passado um tempo, descobriu que a arrecadação de quase US$ 300 milhões com o disco Live Aid, tão comemorada na época de sua realização, correspondia ao que os países africanos gastavam por semana com o pagamento da dívida externa. Nesse sentido, o recente Live 8, realizado simultaneamente em diversos países, não teve a intenção de levantar fundo, mas conscientizar o mundo para a miséria daquele continente. Hoje, Bono defende o perdão da dívida externa dos países pobres. O que você pensa disso? O perdão resolveria o problema africano? Justifique sua resposta.

f) Faça uma pesquisa dos problemas atuais africanos e aponte aqueles que possam ter relação com seu passado colonial.

 

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  At.: Expressionismo alemão (para 00/00)

O termo ‘expressionismo’ não advém da literatura ou do cinema, mas surgiu na França para designar as obras do pintor Julien Auguste Hervé. Na Alemanha, o conceito desembarcou junto com a exposição de pintura que reuniu um grupo de artistas plásticos franceses, que inclui entre eles o espanhol Pablo Picasso. O que conhecemos hoje como movimento expressionista com características e planos estéticos reconhecíveis, na verdade naquele momento não se tratava de nenhum projeto estético formal com diretrizes de um manifesto, valores estéticos definidos e ideologia coesa dos grupos de artistas, tal qual ocorreu com o movimento Futurista ou Dadaísta. A tela "O Grito” de Edvard Munch, ícone precursor do "movimento", representa a metáfora “do grito contra o caos” e foi realizado no final do século anterior.

       A partir da leitura do filme, relacione a estética expressionista com o contexto histórico da sociedade alemã do pós I Guerra Mundial. (faça um texto consistente!)

 

Filme

https://www.youtube.com/watch?v=fMuQpitplU8

Versão HQ

"O Gabinete do Dr. Caligari"

Artigo

Expressionismo e Totalitarismo

 

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At.: Cartazes DA PRIMEIRA Guerra MUNDIAL (para 20/09)

 

Leia o capítulo 11 sobre Primeira Guerra Mundial. Escolha 3 cartazes de propaganda de qualquer países envolvidos na Grande Guerra (links abaixo) e faça uma leitura das imagens seguindo o roteiro abaixo. Favor indicar as imagens lidas.

Alemanha > http://www.firstworldwar.com/posters/germany.htm  
EUA >
http://www.firstworldwar.com/posters/usa.htm 
Rússia >
http://www.firstworldwar.com/posters/russia.htm 
França >
http://www.firstworldwar.com/posters/france.htm 
Inglaterra >
http://www.firstworldwar.com/posters/uk.htm 
Canadá >
http://www.firstworldwar.com/posters/canada.htm 
Austrália >
http://www.firstworldwar.com/posters/australia.htm

 

ATENÇÃO: Caso não consiga imprimir a imagem (use print screen), indique seu número numa contagem simples.

Como fazer uma leitura de imagem
1. Descrição
 
1.1. Espaço (refere-se aos elementos mais abrangentes, ou seja, o espaço onde se situam todos elementos representados)
1.2. Estrutura (refere-se aos elementos como edifícios, casas, árvores, montanhas, ou seja, tudo o que se sobressai do espaço)
1.3. Agentes (refere-se ao homem e outros elementos a ele relacionado, como uma cadeira, uma mesa, roupa, objetos, utensílios etc)
2. Problematização
2.1. Pontual (a partir da descrição de um elemento da imagem)
2.2. Geral (respeito a todos o elementos da imagem e que tenta compreendê-la integralmente a partir da sua descrição pessoal)
3. Conclusão
3.1. Uma boa conclusão é aquela que respeita os dois passos anteriores e que somente conclui aquilo que foi descrito e problematizado

LEIA MAIS!

Infográficos sobre os 100 anos das Primeira Guerra:

> Estadão

> Folha de S.Paulo

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At.: Leitura de filme: "outubro" (para 00/00)

O filme "Outubro" de Serguei Eisenstein foi produzido em 1927 para comemorar o 10º aniversário da Revolução Bolchevique à pedido do Comitê Central Soviético (da URSS). O filme contou com a participação de operários, soldados e marinheiros que participaram da própria Revolução de 1917. O roteiro foi escrito entre novembro de 1926 e março de 1927, as filmagens ocorreram entre abril e setembro de 1927, em Leningrado, e, em outubro, na cidade de Moscou. Terminada a montagem em janeiro de 1928, "Outubro" teve uma pré-estreia naquele mesmo mês em Leningrado e exibições públicas a partir de março. Após assistir ao filme, responda:

a) Anote as cenas principais.

b) Por que este filme é uma obra de arte?

c) Defina os significados para as seguintes passagens: o cavalo na ponte; pessoas subindo as escadas do palácio; o pavão.

 

d) Escolha uma cena que considere inovadora para um filme daquela época.

e) O socialismo é a tomado do poder pelo povo. Essa ideia o diretor consegue representar plasticamente no filme?

e) Pesquise a contribuição do cinema soviético para a cinematografia mundial.

Leia Mais!

Artigo: "Mitos, erros e verdades da Revolução Russa"

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  At.: ARTE E PENSAMENTO (para 00/00)

No final do séc. 19 e começo do 20, a arte plástica ganha autonomia devido as novas tecnologias de reprodução tornando os artistas livres para construírem novas estéticas e temas, muitas vezes, atuando em sintonia com os novos conhecimentos filosóficos e científicos da época. A modernidade ao abrir o séc. 20 traz um mundo de novas concepções, ideias, interpretações, hipóteses e rupturas com o pensamento tradicional. Autores como Freud, Einstein, Marx, Darwin, Nietzsche, Baudelaire, Walter Benjamin, etc. foram signatários de novas interpretações sobre o mundo e a vida em sociedade, como se diz, a arte imitando a vida e a vida a arte. Nessa relação simbiótica está o interesse desta presente atividade.  Vamos estudar as possíveis aproximações do pensamento filosófico e científico como as estéticas modernas da arte, com as seguintes sugestões de pesquisa:

 

a) Cubismo e a Física de Einstein;

b) Surrealismo e a Psicologia de Freud;

c) Expressionismo e a Filosofia de Nietzsche;

d) Pré-Rafaelita e a Biologia de Charles Darwin;

e) Realismo e a Filosofia de Karl Marx;

f) Pop-art e a Filosofia de Walter Benjamin.

Escolha duas sugestões acima e pesquise os possíveis pontos de conexões entre a arte visual e o pensamento. Utilize imagens para exemplificar seu texto.

 

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At.: A revolução russa por imagens (para 27/09)

 

Para analisar as construções dos ideais revolucionários socialistas através dos cartazes de propaganda e fotografia, é interessante saber que com a instalação do socialismo na URSS, as vanguardas artísticas russas (abstracionismo, cubismo, simbolismo, expressionismo etc) foram suplantadas e substituídas por uma arte controlada pelas autoridades soviéticas chamada de Realismo Socialista. O cartaz se tornou um dos instrumentos mais utilizados para a divulgação dos ideais do novo regime.

1) Leia os cinco cartazes socialistas e responda: qual a mensagem que cada cartaz pretendeu expressar? |u CARTAZES

2) Com base em seu conhecimento da Revolução Russa, dê um título e faça uma pequena legenda explicativa para cada fotografia. |u FOTOGRAFIAS

 

Leia Mais!

http://www.abcdesign.com.br/os-cartazes-russos-e-a-comunicacao-com-as-massas/  

http://www.vermelho.org.br/noticia/253081-11  

http://gazetarussa.com.br/arte/2014/10/18/a_evolucao_da_publicidade_sovietica_27859

http://gazetarussa.com.br/bilateral/2016/06/17/rj-recebe-mostra-de-cartazes-sovieticos-na-2a-guerra_602137  

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  At.: aMERICAN wAY OF LIfE (para 00/00)

A década de 20, o mundo viveu a euforia e o otimismo de acreditar que a trágica Primeira Guerra Mundial (1914-1918) fora o último conflito entre os povos. Os "Anos loucos", como ficou conhecida essa época, foi a expressão desse sentimento de alívio por estar vivo após a guerra e a plena consciência de que o que mais importava era aproveitar o vida sem preconceitos morais e sem limite.

Nos Estados Unidos, os "felizes anos 20" (1924-1929) foram marcados pela prosperidade econômica. A melhora do nível de vida norte-americana foi alcançada graças à espetacular evolução técnica, organização do trabalho, desenvolvimento das indústrias química, mecânica e elétrica, concentração de empresas, consumismo acelerado e crescimento industrial  estimulado pelo forte protecionismo.

O american way of life (ou 'estilo de vida americano') foi desenvolvido na década de 20, amparado pelo bem-estar econômico que desfrutavam os Estados Unidos. O sinal mais significativo deste way of life foi o consumismo, materializado na compra em massa de eletrodomésticos e veículos.

Assista ao documentário "Relembrando 1929" (Inglaterra/2008), dirigido por Paul Dickin, e responda:

a) Identifique as características do "american way of life".

b) Escolha e justifique uma característica que considere fundamental desse estilo de vida.

c) Disserte se este estilo de vida é referência no Brasil.

 IND   DPL   GRU

     

  At.: Década de 20: "anos loucos" (para 00/00)

Na década de 20, o mundo viveu a euforia e o otimismo de acreditar que a trágica Primeira Guerra Mundial (1914-1918) fora o último conflito entre os povos. Os "Anos loucos", como ficou conhecida essa época, foi a expressão desse sentimento de alívio por estar vivo após a guerra e a plena consciência de que o que mais importava era aproveitar o vida sem preconceitos morais e sem limites.

a) Faça uma pesquisa sobre a cultura e o comportamento da década de 20 e encontre características que comprovem a definição "Anos loucos"

b) Leia a fotografia Cafe et Cigarette (1925) de Roger-Viollet (seção "Imagem") e identifique na imagem o que podemos considerar moderno nesse chamado "Anos loucos".

 

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  At.: CRISES ECONÔMICAS DE 1929 E 2008 (para 00/00)

Leia o artigo "Crise nos EUA: causas e coincidências com 1929" de Paulo de Tarso Pinheiro Machado e responda as questões a seguir:

 

a) Por que uma crise na bolsa de valores norte-americana tem repercussão internacional?

b) Por que ocorreu a crise de 1929?

c) Como os Estados Unidos superaram essa crise de 29?

d) Explique os motivos da crise de 2008 nas bolsas de valores dos Estados Unidos?

e) Quais as semelhanças entre a crise de 1929 e a de 2008?

f) Leia a fotografia de Margaret Bourke-White (1904-1971), Great Depression (1937), que o jornalista Jayme Brener a interpretou como "a irônica síntese dos Estados Unidos nos anos de crise". Analise os elementos da foto que justifique tal afirmativa.

 

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  At.: CONSTRUÇÃO DOS SÍMBOLOS NACIONAIS (para 06/10)

Em a A Formação das almas: o imaginário da República no Brasil(SP, Cia. das Letras, 1991), o historiador mineiro José Murilo de Carvalho analisa a "batalha de símbolos e alegorias", parte integrante "das batalhas ideológicas e políticas" que marcaram a fundação do regime republicano no Brasil. Os partidários da nova ordem preocuparam-se em destacar suas diferenças em relação ao regime imperial deposto e, assim, "apoderar-se da imaginação do povo". A bandeira, os heróis e os emblemas nacionais precisavam ser substituídos, de forma a redefinir as identidades políticas do povo brasileiro.

 a) Observando as bandeiras históricas do Brasil desde de 1500 (veja seção "Imagem"), pode-se afirmar que há permanências de concepção na realização das bandeiras? justifique

b) Dentre os "projetos de bandeiras com a Proclamação da República", identifique os diferentes símbolos empregados nas bandeiras e seus possíveis significados ideológicos. Após sua analise, pode-se afirmar que há contradições ideológicas na composição das bandeiras? Justifique sua resposta.

c) Tomando a atual Bandeira Nacional e a Bandeira Provisória (15-19/11/1889) que influências podem ser notadas em cada uma destas bandeiras?

d) Faça uma leitura da imagem"Glória à pátria"Pereira Neto realizada para a Revista Illustrada, em 16 de novembro de 1889.

[*] O gorro que aparece nas bandeiras é chamado de barrete frígio. Faça uma pesquisa para saber mais.

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  At.: CORONELISMO (para 18/10)

 Leia o textos A política e a cultura do coronelismo (veja seção Textos) e responda as seguintes questões:

 a) Qual a origem do coronelismo?
 b) Como o coronelismo relaciona-se com a cultura ibérica?
 c) Como agia os coronéis? Descreva o contexto social favorável a sua ação.
 d) Como se estrutura o poder dos coronéis?
 e) Explique a ação do coronelismo na República Oligárquica.
 f) O coronel é uma figura pitoresca e sem importância para entender a história do Brasil? Justifique sua resposta.
  

Leia Mais!

https://www.cartacapital.com.br/blogs/intervozes/coronelismo-antena.html

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  At.: cidade, transformação e disciplina (para 01/11)

Para realizar esta atividade você deve considerar dois fatores: primeiro saber que os espaços urbanos estão em constantes transformações pautados em interesses diversos. Segundo, que os espaços da cidade foram construídos não apenas justificado na necessidade, mas também foram utilizados para excluir, disciplinar ou controlar o indivíduo nesse espaço. Um problema mais complexo: você já se questionou o motivo da população mais pobre se encontrar no círculo periférico da cidade e não em locos próximos ao centro? Você acredita que é apenas uma lei da oferta e da procura? Ledo engano. Controle e disciplina são as palavras chaves para pensar a relação do indivíduo e a organização dos espaços urbanos. 

Para entender melhor esse assunto estudaremos dois casos: a reurbanização do Rio de Janeiro no começo do século XX dirigida pelo prefeito Pereira Passos, que na época ganhou o título de "embelezamento e saneamento da cidade" e que teve por objetivo oficial o alargamento de ruas e o combate as doenças infecciosas; e o caso recente de desapropriação de terreno (caso Pinheirinho) ou desocupação de área pública (caso cracolândia).

Leia os textos selecionados sob o título "Cidade, transformação e disciplina" (veja seção "Textos"), e responda:

a) No texto 1, qual a visão oficial sobre a população dos cortiços e favelas da cidade do RJ?

b) No texto 2, o que o historiador José Murillo de Carvalho diz dessa população dos cortiços? Pode-se dizer que a elite carioca se preocupava com a população carente do Rio de Janeiro no começo do século XX? Justifique. 

c) Explique a Revolta da Vacina?

d) Relacione o discurso científico com a reurbanização do Rio de Janeiro e com a Revolta da Vacina.

e) Como a música de Noel Rosa pode se relacionar com tema "cidade, transformação e disciplina".

f) Faça uma dissertação conclusiva com o tema: "Cidade, transformação e disciplina na atualidade: casos da cracolândia e do Pinheirinho"

 

Vídeos:

Caso Pinheirinho

Caso cracolândia de São Paulo I

Caso cracolândia de São Paulo II

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  At.: metáforas do futebol: classe operária vai ao paraíso (para 00/00)

Responda

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  At.: recuperação final: temas gerais (para 00/0)

 

Responda as questões abaixo:

1) Num panfleto publicado em 1789, um dos líderes da Revolução Francesa afirmava:
Devemos formular três perguntas:
- O que é o Terceiro Estado? Tudo.
- O que tem ele sido em nosso sistema político? Nada.
- O que pede ele? Ser alguma coisa.”

Explique as perguntas e respostas contidas nesse panfleto francês.

 

2) A Revolução Francesa, ocorrida no período de 1789 a 1799, teve um grande significado histórico não só para a França, mas para todo o mundo ocidental. Quais foram as principais transformações resultantes dessa Revolução?

3) "A Revolução Industrial (...) é uma verdadeira revolução no sentido em que se transforma e substitui as estruturas econômicas, sociais e políticas do antigo Regime por outras novas, em que primam os valores culturais e mentais distintos e inclusive contrapostos aos tradicionais.”
(Valentin Vazques de Prada, História econômica mundial).

Assim, pode-se concluir que a Revolução Industrial produziu efeitos revolucionários sobre uma sociedade como um todo.  Analise dois efeitos da Revolução Industrial que justifiquem a afirmativa dada.

4) Charles Ribeyrolles, ao viajar pelo Vale do Paraíba em 1859, deixou o seguinte depoimento:
"A fazenda brasileira, viveiro de escravos, é uma instituição fatal. Sua oficina não pode se renovar, e a ciência, mãe de todas as forças, fugirá dela enquanto campearem a ignorância e a servidão. O dilema consiste, pois, no seguinte: transformar ou morrer"
(Charles Ribeyrolles, Brasil Pitoresco)

Baseando-se no texto, responda:

a) Quais as críticas do viajante às fazendas da região?
b) Como os fazendeiros de café da região do "oeste paulista" solucionaram o dilema "transformar ou morrer"?

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