VER HISTÓRIA

1ªSÉRIE

ENSINO MÉDIO

  ATIVIDADES

       
     
   

 At.: lA MAISON EN PETITS CUBES (para 01/02)

 

Para que serve a História? É uma pergunta que muitos alunos intimamente se fazem quando se deparam, ao longo do ciclo da educação básica, com uma matéria que, teimosamente, mostra não estar conectada às necessidades do modelo produtivo da sociedade capitalista. Alguns antes mesmo tentar se aprofundar no tema já traça um antídoto infalível para  se defender contra essa "praga mofada": "É só decorar!"

A História ganhou força no currículo nacional junto ao processo de redemocratização do país na década 80. Pertence a grade curricular nacional da educação brasileira e deste daquela época passou por várias debates entre especialistas para decidir o que e como ensiná-la. Se estudá-la é inevitável,  melhor refletirmos sobre a especificidade deste conhecimento e, talvez, descobrir um prazer oculto que possa garantir uma diversão nos próximos três anos de Ensino Médio.  É significativo que a matéria antes de mostrar sua cara já apresente uma questão essencialmente problemática: para que serve? A senhora História, como grande questionadora que é, diria:  Se não sirvo para nada, aparentemente, por que continuo existindo? E devolveria a pergunta: Por que nossa sociedade valoriza tanto que todas coisas tenham uma função?  E mais: Por que tudo deve servir para alguma coisa? Quem ganha quando as coisas servem para alguma coisa? Então se algo ou alguém é considerado inútil deve ser simplesmente eliminado? Se chegarmos a esse nível de intolerância é bom ter a senhora História por perto, porque ela está acostumada defender a si e, principalmente, os outros. São muitas perguntas carregadas de cinismo gratuito. Vamos deixar a arte nos ajudar a encontrar um sentido para definir a importância do estudo da História.

Assista a animação "La maison en petits cubes" e relacione com estudo da História. (faça excepcionalmente esta atividade no caderno).

 

IND   DPL   GRU

     
   

 At.: Leitura de filme: "2001: uma Odisseia no espaço" (08/02)

 

    

 

Atividade realizada em sala de aula envolvendo teoria da História, concepção de tempo, formação do mundo e o papel das tecnologias.

 

IND   DPL   GRU

     
   

 At.: percepção do tempo e cultura material (para 10/02)

 

A noção de tempo é diferente entre as pessoas. Quando um produtor de videoclipe diz: "Ah, isso faz muito tempo", você pode pensar em três, quatro anos. Quando um jornalista diz: "isso faz tempo", você pode pensar em vinte, talvez trinta anos. Quando um historiador diz a mesma coisa, você pode pensar em alguns séculos. E quando ao geólogo? Talvez ele esteja pensado no mínimo em um milhão de anos. Isso corresponde a cerca de 15 mil vezes mais que o tempo de uma vida humana. A noção de tempo é relativa e geralmente está associada a quantidade.

Falar em concepção de tempo a definição muda um pouco. A quantidade de tempo não é importante, mas como o homem pensa o desencadear do tempo e suas consequências para si.

AVENIDA PAULISTA, 1902

O desafio desta atividade será aguçar nosso olhar sobre o que nos rodeia, a cultura material em particular, a fim de identificar nos artefatos do nosso cotidiano a presença do tempo e as diversas temporalidades dos objetos convivendo sob nosso olhar concomitantemente. Vamos olhar para nosso bairro. Indique e justifique um objeto que contenha aproximadamente as seguintes datações:

A) 1 dia.

B) 2 semanas.

C) 6 meses

D) 3 anos.

E) A idade de vocês quando nasceram.

F) 50 anos.

G) 100 anos

H) 400 anos

 

IND   QUA   GRU

     
   

 At.: Touros! touros! (para 17/02)

 

Leia o artigo "Touros! Touros!" (veja seção "Textos") e responda as seguintes questões:

 

a) Como podemos justificar que essas representações (pintura rupestre) foram feitas pelo homem?

b) Qual interpretação você acredita ser mais coerente para explicar o motivo dos homens pintarem o interior das cavernas? Justifique sua resposta.

c) Quais hipóteses você proporia para explicar o fato do homem pintar animais dos quais ele não caçava?

d) Compare os desenhos rupestres de Lascaux com o desenho de Pablo Picasso.

e) Nas investigações no campo das ciências humanas, uma boa pergunta vale mais que a própria resposta, pois é garantia de um trabalho inovador e consistente. Você agora se colocará na posição de um arqueólogo que, após exaustivo trabalho de recolhimento de informação na caverna de Lascaux, lançará hipóteses para explicar as diferenças de dados com outra região da Europa sobre os tipos de animais representados nas cavernas, como demonstra o gráfico. (será necessário traduzir os nomes.

f) Os grafites que cobrem (ou cobriam?!?) as paredes de nossa cidade - um exemplo de arte urbana - podem guardar semelhanças com as pinturas rupestres da Pré-história. O famoso (e desconhecido!) artista inglês Banksy, utilizando especialmente a técnica do estêncil, apresenta em suas obras temas polêmicos e reflexivos, inclusive sobre a representação da arte rupestre. O roteiro abaixo promove uma discussão entre arte rupestre e arte urbana :

f1) Há similaridades entre o grafite moderno e a pintura rupestre? Justifique.

f2) O estêncil Stone age (imagem 1) de Banksy pode ser lido sob duas perspectivas críticas: a pintura rupestre e a arte do próprio grafite. Comente essas possibilidades.

f3) Qual sua interpretação para essa outra obra de Banksy, Stone Age artefact  (imagem 2).

 

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A política como exercício ético-estético

 

IND   TRIO   GRU

     
   

 At.: Egito antigo: um repórter da história (para 00/00)

A história do Egito Antigo é vasta somando 30 séculos de civilização. Para se ter uma ideia da dimensão temporal pode-se afirmar que a famosa rainha Cleópatra está temporalmente mais próxima à viagem do homem a Lua do que a construção das pirâmides de Gizé (Antigo Império). Cada aluno então terá a missão de pesquisar e escrever um texto jornalístico inédito (como fazer!) sobre um tema peculiar do Egito Antigo. Além do texto, todos deverão comunicar brevemente o tema para a classe no dia da entrega do texto. Bom trabalho a todos.

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  At.: estudo das culturas antigas (PARA 00/00)

      É difícil pensar na atualidade uma motivação além da simples curiosidade para estudar culturas que existiram há mais de 5000 anos. O que devemos aos egípcios? O que os povos da Mesopotâmia contribuíram para a cultura Ocidental cristã? Somos herdeiros de gregos e romanos, mas o quanto expressamos tais culturais em nosso cotidiano? O historiador Bill Hemminger em seu artigo Por que estudar as culturas antigas? (veja seção Textos) faz essa discussão breve e direta sobre essa questão, aparentemente simples mas repleta de indagações.

Leia o artigo e responda as questões a seguir:

a) Por que estudar as culturas antigas?

b) Que discussão o autor faz do conceito de cultura"?

c) Que interesse você tem em estudar as culturas antigas?

d) Segundo o texto, como devemos estudar as culturas antigas?

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 At.: educação espartana (PARA 24/03)

 

Esparta,  cidade conservadora, aristocrática e guerreira, ocupa um lugar privilegiado na história da educação grega. Segundo Marrou, "a educação do cidadão espartano não é a de um cavalheiro, mas a de um soldado; insere-se numa atmosfera política" (Marrou, 1966: 36). O objetivo era dar a cada indivíduo preparação física, coragem e hábitos de obediência total às leis da cidade de forma a torná-lo um soldado insuperável em bravura em que o indivíduo estivesse absorvido pelo cidadão.

Leia o texto Agogê  (veja seção "Textos") e responda as questões abaixo:

 

a) Explique como a definição da palavra agogê ajuda a entender a educação espartana.

b) Você gostaria de receber a educação espartana? Explique seu ideal de educação.

c) Comente os problemas que esse tipo de educação poderia trazer para o indivíduo.

d) Qual o objetivo principal desse tipo de educação para a sociedade espartana? Justifique.

e) Discuta: é possível ter uma boa educação sem disciplina? Justifique.

 

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"300": erros históricos e acertos ideológicos

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 At.: interpretando a mitologia grega (PARA 17/03)

 

Os gregos criaram diversos mitos narrando histórias de deuses, heróis, monstros, rituais, guerras, seres humanos, nascimento do mundo (cosmogonia), origem dos deuses (teogonia), etc., para comunicar valores morais, culturais e sociais, a fim de ajudarem a construir uma identidade social preservando a memória histórica de seu povo. Há três mil anos, não havia explicações científicas para grande parte dos fenômenos da natureza ou acontecimentos históricos. Portanto, para buscar um significado ou justificativa para os fatos políticos, econômicos e sociais, os gregos criaram uma série de histórias, de origem imaginativa, que eram transmitidas, principalmente, pela oralidade. Grande parte destas lendas e mitos chegou até nossos dias e permanece ainda como importante fonte de informação para entendermos a cultura da civilização da Grécia Antiga e, porque não, nossa própria história. São mitos riquíssimos em dados psicológicos, econômicos, materiais, artísticos, políticos e culturais.

 

Escolha, leia e resuma (com suas palavras) uma história da mitologia grega e, em seguida, dê uma interpretação para o mito aplicado (que ajude a entender) a nossa atual realidade (sua vida, sua cidade, uma situação cotidiana, nossa sociedade etc).

 

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 At.: Escravidão antiga  (paRA 22/03)

 

Há sensíveis diferenças entre a escravidão Antiga (Grécia e Roma, por exemplo) e a escravidão moderna (época do Brasil colonial). Aqui é momento de conhecer um pouco sobre a escravidão na Antiguidade. Leia os textos abaixo e responda as questões correspondentes:

 

  TEXTO I: "As propriedades são uma reunião de instrumentos e o escravo é uma propriedade instrumental animada. (...) Se cada instrumento pudesse executar por si próprio a vontade ou o pensamento do dono (...), se, por exemplo, o arco pudesse tirar sozinho da cítara os sons desejados, os arquitetos não teriam necessidade de operários, nem os senhores teriam necessidade de escravos. Todos aqueles que nada têm de melhor para nos oferecer que o uso do seu corpo e dos seus membros são condenados pela natureza à escravidão. É melhor para eles servir que serem abandonados a si próprios. Numa palavra, é naturalmente escravo quem tem tão pouca alma e tão poucos meios que deve resolver-se a depender de outrem. (....) Útil ao próprio escravo, a escravidão é justa". (Aristóteles)

 

a) De acordo com o texto, em que circunstância a escravidão seria desnecessária?

b) Faça um levantamento dos adjetivos inferidos ao escravo ou escravidão e tire sua conclusão.

c) A posição de Aristóteles a respeito da escravidão é coerente com época em que ele escreveu? Justifique.

d) Por que Aristóteles considerava justa a escravidão?

 

 TEXTO II: “Em uma sociedade em que trabalho manual é humilhante, desprezado e tido como apropriado apenas aos escravos, a experiência e os métodos manuais não prosperaram na cultura grega. Apesar de não podermos ver na escuridão total, os gregos acreditavam que a visão depende de uma espécie de radar que emana do olho, ricocheteia no que estamos vendo e retorna ao globo ocular.”

 

e) Por que o trabalho manual era desprezado na Grécia Antiga?

f)  Explique o funcionamento do olho humano (atualmente).

g) Por que os gregos não conseguiram explicar corretamente o funcionamento do olho humano?

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 At.:  recuperação: Grécia antiga (para 00/00)

 

Faça uma leitura das questões, pesquise as respostas em sua apostila texto. Cada questão vale 0.2, exceto a questão 9 que vale 0,4.

 

1. Quem eram os helenos?

2. Como o relevo influenciou a formação da Civilização Grega?

3. Qual o aspecto mais importante na educação espartana?

4. Por que Heródoto é conhecido como o "Pai da História"?

5. Qual era a função da mulher na sociedade ateniense?

6. A "Cidade-Estado" foi uma organização política típica da Grécia antiga. Quais eram as características de uma "Cidade-Estado" (pólis) e quais foram as mais notáveis?

7. Por que os gregos formavam um povo e não um Estado?

8. "A Civilização Grega alcançou extraordinário desenvolvimento. Além das indagações e respostas sobre os sentimentos humanos, os gregos legaram à humanidade, até sob a forma de humor, inúmeras realizações artísticas."

Explique o papel do teatro como manifestação artístico-cultural reveladora para compreender a política ateniense.

9. "Então Alexandre aproximou-se ainda mais dos costumes bárbaros que ele também se esforçou em modificar mediante a introdução de hábitos gregos, com a ideia de que essa mistura e essa comunicação recíproca de costumes dos dois povos... contribuiria mais do que a força para solidificar seu poder..." (Plutarco, Vidas Paralelas)

a) Quem eram os bárbaros?

b) No que consistiu a sua política de conquista?

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 At.: EXPANSIONISMO ROMANO  (paRA 07/04)

 

Pesquise em livros, mapas históricos ou internet (use os links abaixo) sobre a expansão romana e responda:

a) Faça uma linha do tempo sobre a expansão romana. (inicie com a conquista da  Península Itálica e finalize sua linha com as invasões dos povos germânicos)

b) Quando a expansão foi mais ativa, no período político da República ou do Império? Justifique.

c) Quais os países da atualidade formaram o território conquistado por Roma.

d) Cite as colônias e os produtos fornecidos por elas para Roma.

 

Fonte documental recomendada (em inglês):

http://www.ecunico.com.br/eisohomem/daniel/imperio_romano.jpg

http://blogs.dalton.org/rome/

http://historylink101.com/ancient_rome/ancient_rome_maps.htm

http://www.centuryone.com/rmnwrd.html

http://www2.rgzm.de/Navis2/Harbours/Guernsey/Function%201.htm

http://en.wikipedia.org/wiki/File:Trade_routes_of_the_Medieval_Roman_Empire_(improved).PNG

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/13/Europe_180ad_roman_trade_map.png

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 At.: cidadania romana (PARA 00/00)

 

Nossa atual noção de cidadania foi formulada no século XVIII sob o auspício do Iluminismo e da Revolução Francesa, ou seja, quando houve uma forte reciprocidade do conceito de cidadania com a luta pelos direitos humanos, direitos estes compreendidos, pela primeira vez, como universais e inalienável à condição humana.

Pode-se desconfiar, pela intenção desta atividade, que a cidadania de Roma Antiga é substancialmente diferente. Para entender a conceituação antiga leia o texto "A cidadania da Antiguidade" (veja seção Textos) e responda as questões a seguir:

 

a) Você é um cidadão brasileiro? Por quê? A cidadania brasileira é igual à cidadania romana? Justifique.

b) Todos os moradores da cidade de Roma eram considerados cidadãos? Justifique.

c) Considerando apenas os cidadãos romanos, podemos afirmar que todos eram iguais e participavam da política? Justifique.

d) Quais eram as vantagens em ser cidadão romano?

e) Podemos afirmar que o Direito Romano é um exemplo de código em defesa da igualdade e da liberdade entre os homens em sociedade? Justifique.

LEIA MAIS!

http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=10686 

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  At.:  ciência e o islamismo (para 03/05)

Neste documentário da BBC, o físico Jim Al-Khalili viaja pela Síria, Irã, Tunísia e Espanha para contar a história do grande avanço científico no conhecimento que ocorreu no mundo islâmico entre os séculos VIII e XIV. Assista ao documentário e responda as questões a seguir:

a) Qual a importância do Islã na preservação do conhecimento antigo?

b) Quais as principais áreas do conhecimento desenvolvidas pelo pensamento islâmico medieval. Explique um legado medieval islâmico para a ciência moderna.

c) Por que certos pensadores islâmicos, como Mohammed ibn Musa Al-Khwarizmi, fundamentais a construção do pensamento científico moderno, foi esquecido pelo Ocidente? É possível que essa situação se reverta algum dia?

d) Compare a ciência praticada na Idade Média entre a cultura islâmica e a cultura cristã.

e) Como a religião islâmica colaborou para o desenvolvimento do pensamento científico no mundo árabe medieval.

f) O que lhe chamou mais a atenção no documentário? Justifique sua resposta.

 

VÍDEOS:

Parte 1   Parte 2   Parte 3  

Parte 4   Parte 5    Parte 6

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  At.: jardim das delícias (PARA 10/05)

O painel tríptico O Jardim das Delícias (c.1504) de Hieronymus Bosch (c.1450-1516) representa, na avaliação do historiador Jacques Le Goff, uma verdadeira síntese do imaginário medieval. Para ler essa imagem é preciso ter a noção do funcionamento e dos estamentos sociais predominantes durante o período medieval na Europa. Siga o roteiro de questões:

 a) Dividindo a pintura abaixo em quatro planos horizontais (veja esquema abaixo) obtemos uma ideia bastante definida em cada plano. Relacione os planos 2, 3 e 4 à divisão social da sociedade feudal e justifique cada apontamento utilizando elementos da imagem.

 

http://www.artchive.com/artchive/b/bosch/delightc.jpg

b) Relacione o plano 1 à religiosidade medieval.

c) Que significado geral o pintor quis expressar nessa imagem?

 

LEIA MAIS!

https://educacao.uol.com.br/biografias/hieronymus-bosch.htm

http://www.artchive.com/artchive/ftptoc/bosch_ext.html

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  At.: PENSADO A PERIODIZAÇÃO DA IDADE MÉDIA (para 19/05)

Acompanhe trecho da entrevista com o historiador Hilário Franco Jr. sobre a questão da periodização da Idade Média:

C&H - Durante muito tempo, medievalistas discordaram a respeito da periodização da Idade Média. Existe algum consenso hoje em dia? Onde começa e onde termina a Idade Média? Existem marcos seguros ou eles serão sempre problemáticos?

HILÁRIO FRANCO - Eles serão sempre problemáticos, porque decorrem evidentemente muito mais do arbítrio do historiador do que dos fatos pretensamente classificadores. E como o historiador é produto de seu presente, e este muda, as classificações periodizantes mudam. Esta questão já gerou inúmeros debates, como se sabe, mas talvez no fundo seja um falso problema. Pouco importa rotular o fim da Idade Média em 1453, 1492, 1517 ou, como fez Jacques Le Goff mais recentemente, 1800. (...)

Faça uma pesquisa para justificar as datas que possivelmente poderiam marcar o final do período medieval.

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  At.: leitura de filmes (para 05/05)

A atividade tem como objetivo identificar temas da vida cotidiana, material, histórica e cultural da sociedade medieval através da leitura dos filmes abaixo sugeridos:

     

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  At.: crise do feudalismo (para 14/06)

 

A partir do século XlII, o feudalismo inicia um processo de decadência de longa duração. As diversas transformações internas e externas do feudo promoveram a crise em um sistema socioeconômico inflexível e pouco dinâmico. De um modo geral, as mudanças do sistema ocorreram no sentido de uma abertura, mas em algumas regiões da Europa Oriental houve tendência ao fechamento do sistema. Abertura, no caso, significava iniciar uma transição ou aproximação com o sistema capitalista em desenvolvimento. O fechamento significaria o enrijecimento da condição servil de trabalho diante das transformações.

 

Leia o texto "A crise do feudalismo" e responda as questões a seguir:

 

a) Como podemos argumentar que a "crise do feudalismo" ocorreu no seio do próprio feudalismo?

b) As Cruzadas nasceram de um problema não solucionado dentro da organização feudal. Explique esse problema.

c) Explique a trajetória de um servo que abandona o feudo (por razões internas ou externas) até sua completa proletarização na cidade.

d) A crise envolvendo as relações de trabalho dentro do feudo tomou caminhos diferentes. Explique esses dois caminhos.

e) O que era uma corporação comercial? Qual sua relação com a cidade?

f) Como podemos sustentar a seguinte afirmação: "a atividade comercial poderia ser uma solução para a crise do sistema de produção feudal, do que propriamente seu agravamento".

 

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  At.: MITOLOGIA MEDIEVAL (PARA 00/00)

 Entende-se por mito um sistema de representações, de base oral e imagética, cuja principal característica é fornecer identidades sociais e modelos de significação, portanto fonte importantíssima para o entendimento do homem, da cultura e da História.

 

 

Pesquise um mito, conto ou fábula medieval, faça um resumo e, por fim, responda as questões abaixo. Seguem algumas sugestões de pesquisa:

  • Matéria da Bretanha/Ciclo Arturiano: narrativas literárias da Europa em geral que tratem do tema da cavalaria relacionado aos mitos arturianos ou anteriores, como Tristão e Isolda, Perceval, Eric e Enide, História do mago Merlin, entre outros.

  • Mitos cristãos com origem Celta e/ou Germânica: Graal, hagiografias, sabá das bruxas.

  • Literatura medieval com conteúdo mítico: Sagas escandinavas, Eddas, Beowulf, Ciclo dos Nibelungos, romances de cavalaria, poemas, encantamentos, epopeias Celtas.

  • Utopias medievais relacionadas a elementos míticos de origem Celta e Germânica: Cocanha, ilhas fantásticas ou paradisíacas, reinos e cidades imaginárias.

  • Bestiário fantástico: monstros imaginários em geral, como os dragões, ou animais com conotação simbólica (leão, serpente, aves, etc) e seus sentidos para a sociedade medieval.

  • A representação do herói imaginário: Artur, Rolando, Sigurd/Siegfried, Lancelot, Cuchulain, Waltarius, Beowulf, Ragnar, Helgi, Finn, entre outros.

a) Como a lenda escolhida colabora para entender a mentalidade medieval?

b) Que elementos da cultura medieval favoreceu a criação da lenda?

c) Tomando as lendas como documentação histórica, é importante discutir a veracidade delas? Justifique.

d) Refletindo agora a nossa atual sociedade. Se a religião era o parâmetro principal do pensamento e do imaginário medieval, qual seria o parâmetro do pensamento do homem moderno? Justifique.

e) Se as lendas medievais foram, em parte, fruto da imaginação, em que o homem moderno deposita sua imaginação?

f) Qual a noção de felicidade plena ("paraíso") do homem moderno?

g) O sociólogo alemão Max Weber afirmou que o homem moderno desencantou o mundo ao "cientificizar" as explicações da realidade vivida. Perdemos nossa capacidade de imaginar? Vivemos um "mundo desencantado"?

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  At.: frases do renascimento cultural (sala de aula)

 

Leia as frases de artistas e pensadores do Renascimento cultural e indique para cada frase um conceito do renascimento, como razão, humanismo, valorização da cultura clássica, etc. (veja link ou faça sua própria pesquisa dos conceitos). Após as definições, faça uma breve justificativa de seu apontamento. Ler as frases.

 

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  At.: leitura de filme: "1492: a conquista do paraíso" (SALA DE AULA)

A viagem de Cristóvão Colombo é o cenário épico desse filme de Ridley Scott. A odisseia de Colombo está presente no filme através do cotidiano desgastante, dos motins da tripulação e de toda incerteza que cercava uma expedição daquela época quanto ao rumo e ao prosseguimento da viagem. Sem apoio financeiro de Portugal, a maior potência da época, Colombo dirigiu-se à Espanha e associou-se aos irmãos Pinzon, recebendo ainda uma ajuda dos reis católicos Fernando de Aragão e Isabel de Castela. Com uma nau (Santa Maria) e duas caravelas (Pinta e Nina), o navegador de origem controversa (genovês ou catalão) partiu do porto de Palos em 3 de agosto de 1492 fazendo escala nas ilhas Canárias para reparo de uma das embarcações. Em 12 de outubro do mesmo ano avistou a ilha de Guanani (atual São Salvador). Sem duvidar que estava no Oriente, realizou ainda mais quatro viagens, tentando encontrar os mercados indianos.

 

 Após assistir o filme "1492: conquista do paraíso" responda as questões a seguir:

a) Quais os fatores verificados no filme que colaboraram com a expansão-marítima?

b) Eleja um fator que considere imprescindível para a expansão-marítima. Justifique sua resposta.

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  At.: A CIRCULARIDADE DE ALIMENTOS entre os CONTINENTES (para 00/00)

O contato entre os povos trazem não apenas cultura, tecnologia e infinitos objetos, como também todo tipo de alimento diferente, impactando profundamente na dieta das pessoas de uma região, portanto o que dizer da dieta europeia sem a batata originária da América? A dieta italiana sem o macarrão da China e o tomate da América para o molho. Ou o trigo originário da Mesopotâmia para o mundo inteiro?  Ou o arroz da Ásia? O açúcar da Península Arábica? E sem falar nas frutas e suas diferentes origens. Incorporar novas culturas não é tão fácil assim como você pode estar imaginando, pois significa conhecer algo novo, saber cultivá-lo, acostumar-se com seu sabor, apreender a manuseá-lo, etc. Hoje sabemos que a introdução de um alimento estrangeiro pode causar até um impacto ambiental grave ao trazer microrganismos perniciosos para o ecossistema fechado de uma região. Vamos realizar uma pesquisa para entender melhor essa troca de culturas alimentares pelo mundo e também discutir alguns problemas atrelados:

 

a) Faça uma entrevista com seus avós ou ou outros parentes para saber 2 produtos naturais que eles não conheciam na juventude. Descubra a origem deles.

b) Faça uma pesquisa para saber o transito de alimentos entre os continentes:

b1. Do Oriente para o resto do mundo

b2. Da América para o mundo.

b3. Da Europa para o mundo.

b4. Da África para o mundo

c) Pesquise os problemas atrelados ao uso dos alimentos transgênicos, bem como seu impacto na agricultura familiar.

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  At.: intolerância na atualidade  (para 23/08)

O preconceito é resultado da ignorância. É mais fácil criamos estereotípicos e preconceitos sobre a "identidade alheia" do que se esforçar para entender o "outro". A  intolerância consiste em não aceitar e respeitar as ideias e os valores do "outro". As intolerâncias  ocorreram com enorme violência durante o processo histórico das reformas religiosas no século XVI na Europa.  Faça uma pesquisa e identifique dois casos de intolerância na atualidade (uma no Brasil e outra no mundo). Em seguida, explique os motivos e os agentes (pessoa, grupos, sociedade ou país) envolvidos nos casos de intolerância selecionados por você. Por fim, aponte as consequências imediatas dessas intolerâncias.

 

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At.: A NUDEZ NA ARTE: CASO CAPELA SISTINA  (para 00/00)

A Contrarreforma, promovida pelo Concílio de Trento (1545-63), provocou mudanças no comportamento e na posição da Igreja Católica frente à modernidade recém instalada na Europa. A arte teve que se adaptar às novas interpretações e dogmas eclesiásticos, o que gerou inevitavelmente sua censura, inclusive não poupando os corpos nus pintados por Michelangelo na Capela Sistina. A repentina obscenidade que se transformou sua obra "Inferno", pintada entre 1535 e 1541, no Vaticano, serviu aos propósitos ideológicos conservadores como modo de enrijecer as fronteiras contra o avanço protestante. Em 1559, o Papa Paulo IV (1555-1559) mandou cobrir todas as figuras nuas na cena de Michelangelo e Pio V (1566-1572 )subtrair cenas "ofensivas". A tragédia poderia ser completa quando o Papa Clemente VIII (1592-1605)ordenou a total destruição da obra, o que foi impedida pela Academia de San Luca.

A arte definitivamente entrava na cruzada contra os novos infiéis e, ao mesmo tempo, propagava e reafirmava a fé católica. Leia a obra de Maerten van Heemskerck, A triunfal procissão de Baco (1536-37) e cenas da Capela Sistina, e responda:

a) Que mudanças podem ser percebidas entre as cenas?

b)  Em que medida é perceptível a mão forte da Igreja pós-Concílio de Trento?

c) Que mensagem deveria ser passada aos fies e de que forma?

d) Disserte sobre o tema: "A arte entre a liberdade possível e a imaginação do impossível". 

 

Tour Virtual!

http://www.vatican.va/various/cappelle/sistina_vr/index.html

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  At.: CARTOGRAFIA  (para 09/08)

 

Para navegar é preciso ter mapas, mas quem fez a primeira viagem rumo ao desconhecido não tinha nenhum recurso cartográfico. Portanto, bravos navegadores iam construindo os mapas com base na observação in loco.  Veja abaixo os detalhes para a execução desta atividade:

1) Tire uma fotocópia de um mapa-múndi com escala. Trace um caminho de Portugal ao Brasil (traços retos), contornando primeiro parte do continente africano, e calcule o tempo de viagem sabendo que uma caravela percorria cerca de 15 Km/h em condições favoráveis.

2) No mesmo mapa, trace as trajetórias distintas feita por portuguesas e espanhóis para chegar a Índia.

3) Leia o trecho do texto de Tzvetan Todorov, A conquista da América: a questão do outro (veja seção Textos) e responda as questões a seguir:

a) Qual jornada humana foi mais espetacular: as viagens dos "descobrimentos" às terras americanas ou as viagens espaciais à Lua? Justifique.

b) Comparando as viagens espaciais do século XX com as viagens marítimas dos séculos XV e XVI, quais seriam as semelhanças e diferenças em termos de comportamento e de imaginário?

c) Na comparação dessas "duas viagens", qual é a conclusão de Todorov? 

 

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  At.: teóricos do absolutismo  (para 00/00)

Durante os séculos XVI e XVII, diversos pensadores buscaram justificar a necessidade da existência de um poder forte e centralizado nas mãos de uma única pessoa para conduzir o destino dos recém formados países.

 

1) Faça uma pesquisa e identifique a explicação dada por cada filósofo abaixo para justificar a existência de um poder absoluto para os reis europeus modernos:

a) Thomas Hobbes

b) Jean Bodin

c) Jacques Bossuet

 

2) Leia a pintura O retrato de Luís XIV (1701), de Hyacinthe Rigaud, e identifique os símbolos do poder absoluto representados na pintura.

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  At.: O engenho de açúcar e o latifúndio no Brasil (para 27/09)

        Essa atividade está dividida em duas partes tratando de dois temas coligados que permitem entender características da sociedade colonial no Brasil, respectivamente sobre o engenho e o latifúndio, pois no período colonial todo engenho que produzia açúcar era edificado nas extensas propriedades de terras dos senhores de engenho, denominadas latifúndios.

PARTE I:

Leia a imagem sobre o panorama de um engenho de cana-de-açúcar (veja seção "Imagem") e defina cada espaço e cada função dentro do engenho de açúcar representado por números na imagem.

PARTE II:

Para saber em resumo o processo de ocupação do território brasileiro implementada pelos portugueses no período colonial e como isso colaborou para a base da atual estrutura fundiária do país, leia o texto A origem do latifúndio no Brasil (veja seção "Textos"), de João Pedro Stedile,  e responda as seguintes questões:

 a) Explique a origem do latifúndio.

 b) Explique como a questão da terra foi tratada em outros países?

 c) Na sua opinião, há maior legitimidade (social, histórica e econômica) no Movimento dos Sem Terra ou dos latifundiários? Justifique.

 d) Na sua opinião, é possível construir uma sociedade com democracia social e desenvolvimento econômico sustentável no Brasil sem abolir o latifúndio (especialmente o improdutivo)? Justifique.

 

Leia Mais!

http://biogilmendes.blogspot.com.br/2011/11/fim-da-fazenda-curua-o-maior-latifundio.html

 

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  At.: Leitura dE filme: "Hans Staden" (para 01/09)

 

Hans Staden um imigrante alemão que naufragou no litoral de Santa Catarina. Dois anos depois, chegou a São Vicente, concentração da colônia portuguesa no Brasil, onde trabalhou por mais dois anos, visando juntar dinheiro para retornar Europa. Neste tempo em que viveu em São Vicente, Staden passou a ter um escravo da tribo Carijó, que o ajudava. Preocupado com seu sumiço repentino após ter ido pescar, Staden parte em sua procura, sendo encontrado por sete índios Tupinambás, inimigos dos portugueses, que o prendem no intuito de matá-lo e devorá-lo. A partir de então que passa a ter que arranjar meios para convencer os índios a não devorá-lo e permanecer vivo.

Após assistir ao filme responda as questões a seguir:

a) Por que Hans Staden foi capturado?

b) Enumere 3 rituais dos tupinambás percebidos no filme.

c) Os tupinambás praticavam a "antropofagia alimentar" ou "antropofagia ritual"? Justifique.

d) Como o filme ajudou você a entender a história colonial do Brasil?

Veja Mais!

https://www.youtube.com/watch?v=I1xnLgBvLVc

https://www.youtube.com/watch?v=KFd-QroKGCw

https://www.youtube.com/watch?v=-du4gtIutn8

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  At.: Gravuras de theodore de bry (para 06/09)

       A série de gravuras (veja seção "Imagens") realizadas no século XVI por Theodore de Bry foi inspirada em dois livros: o livro de Jean de Léry, Histoire d´un voyage fait en la terre du Brésil (1578), e do livro do alemão Jean Standen, que, em 1554, foi feito prisioneiro pelos índios tupinambás no litoral de São Paulo. O autor das gravuras nunca esteve em terras brasileiras, o que torna a série mais interessante na medida que sintetiza a representação dos europeus sobre a América e seus habitantes. Observe as imagens e responda:

 

a) Há conflito de representação nas gravuras (divergência no modo de ver o mundo)  de De Bry, nesse contato entre ameríndios e europeus?

b) Na sua opinião, o ato canibal gravado por De Bry pode ser visto como antropofagia alimentar (isto é, forma de alimentação primitiva em que simplesmente age-se por instinto) ou canibalismo ritual (isto é, o sacrifício humano estava inserido num ritual ou cerimônia na qual havia brincadeiras, danças, bebedeiras e festa, assim havia envolvimento por parte do grupo numa prática cultural coletiva, por exemplo, um ritual em comemoração um evento climático, um crença, guerra etc, portanto, nesse sentido, o homem não poder ser rebaixado ao estatuto de um simples animal). Justifique.

c) Lendo as imagens, De Bry fez um elogio ou uma depreciação da cultura indígena?

d) Lendo as imagens, De Bry expõe uma visão parcial ou imparcial sobre a cultura tupinambás? Justifique.

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  At.: a Visão da igreja católica sobre os escravos africanos (para 04/10)

A conquista de terras no além-mar parecia confirmar a crença generalizada de que os europeus haviam sido escolhidos para lutar contra os infiéis e propagar a doutrina cristã. Para a Igreja a única fronteira que dividia os homens era a religião. De um lado, estava a cristandade e, de outro, os pagãos, infiéis, hereges que precisavam ser combatidos. Na colônia, a Igreja teve que encarar a escravidão: que posição deveria tomar?  Qual a explicação daria para o fato? Que categoria se encaixava o negro? Este tinha alma? Que posição o negro escravizado deveria ocupar na hierarquia cristã? E social?

Para entender a visão cristã europeia (Católica, no caso) sobre a escravidão, leia com atenção uma passagem dos Sermões, Sofrimentos dos escravos (veja seção Textos), do Padre Antonio Vieira, e apenas responda: qual a visão e justificativa dada por ele à escravidão dos negros africanos?

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  At.: ritual incaica (para 21/06)

A origem do Capac Inti Raymi remonta à era das grandes governantes dos Incas e local de nascimento de seu império: Cusco. É evidente que nos demais estados andinos, também foram realizados cultos ao Sol, adorando divindades andino, para dar graças às colheitas e celebrar a fertilidade da Mãe Terra.

Durante a era colonial, vários cronistas como o Inca Garcilaso de la Vega, detalhes escritos deixados que explicam a razão, a importância e o significado deste festival Andina: "Eles fizeram esta parte, o Sun em reconhecimento e adoração como a maioria, única e deus universal que, com a sua luz e virtude elevada e sustentada de todas as coisas da Terra. E, em reconhecimento de que ele era o pai natural do primeiro Inca Manco Capac e Mama Ocllo Huaco de Coya, e seus filhos e descendentes, enviado à Terra para o benefício universal do povo "

Leia o texto Ritual Capac Inti Raymi e responda as seguintes questões:

a) Relacione a história de Vilca Xagua com a política incaica.

b) Analise a relação dos Incas com a religião.

c) Explique por que Cuzco é denominada Umbigo do Mundo.

d) Analise os aspectos econômicos da civilização andina presentes no texto.

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  At.: os holandeses no Brasil (para 00/00)

       Os holandeses invadiram o Brasil duas vezes primeiramente em 1624 ocuparam Salvador por um ano, em 1630 invadiram Pernambuco e durante 24 anos controlaram quase todo o Nordeste; e o motivo principal era o comércio do açúcar, e a região mais rica do mundo na produção do açúcar era Pernambuco. Os holandeses já controlavam o comércio de açúcar na Europa. Em 1637 chegou a Pernambuco, nomeado pela Companhia das Índias (que foi criada pela Holanda para garantir a comercialização do açúcar brasileiro) o conde Maurício de Nassau que era um militar alemão, e chegava para consolidar o domínio holandês. Sua primeira iniciativa foi expandir a área conquistada criando assim um verdadeiro Brasil holandês; em 1637 Nassau estendeu o limite sul da Nova Holanda (nome dado pelos holandeses à região conquistada) até as margens do rio São Francisco, e perto da vila de Penedo fundou o forte Maurício. O conde Maurício de Nassau promoveu grande progresso no Nordeste, no período do seu governo.

 Faça uma pesquisa e eleja uma herança cultural deixada pelos holandeses durante sua colonização no Nordeste. Justifique a importância dessa herança para a história do Brasil.

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  At.: Mineração no Brasil colônia (para 00/00)

  A época da mineração no período colonial abrangeu basicamente o século XVIII, com o seu apogeu entre 1750 e 1770. Nessa fase da vida econômica da colônia que se voltou quase que exclusivamente para o extrativismo mineral, as principais regiões auríferas foram Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás. Anteriormente, já haviam ocorrido as explorações do ouro de lavagem, em São Paulo, Paraná e Bahia, mas, com resultados inexpressivos.

A mineração dos anos setecentos foi desenvolvida a partir do ouro de aluvião, tendo como características o baixo nível técnico e o rápido esgotamento das jazidas. No extrativismo aurífero, as formas de exploração mais comuns encontradas eram as lavras e a faiscação. A primeira representaria uma empresa em que era utilizada a mão de obra escrava e se aplicava uma técnica mais apurada. Já a faiscação era a extração individual, realizada principalmente por homens livres. Vamos saber mais o tema lendo o texto "Mineração e sociedade" (veja seção "Textos") e respondendo as questões a seguir:

1) Qual foi a consequência da mineração para a cidade do Rio de Janeiro?

2) Por que o Rio de Janeiro ganhou destaque na época da mineração?

3) De que modo a economia mineradora integrou as regiões da colônia?

4) Com o declínio da mineração, a população em Minas Gerais diminuiu ou se manteve estável? Qual foi o motivo econômico para isso?

5) Por que a sociedade mineira tornou-se mais diversificada do que a sociedade dos engenhos nordestinos?

6) Por que a ostentação e o luxo são evidências de que as chances de enriquecer eram pequenas na sociedade mineira?

7) Do que trata o Decreto Régio de 1725?

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  At.: BARROCO MINEIRO (para 25/10)

       As transformações provocadas na colônia com a exploração do ouro deixaram marcas culturais nas cidades de Minas Gerais. O Barroco era a estética desse processo. Siga rigorosamente o roteiro de estudo abaixo sobre o Barroco para evitar cópias.

a) Pesquisar as características do barroco brasileiro (origem, características, diferença do barroco europeu, maiores obras, principais artistas).

b) O que significa a palavra "barroco"? Como essa definição pode se relacionar com as características do estilo artístico próprio do Barroco?

c) O espírito barroco, anterior a qualquer definição ou caracterização de um estilo artístico, é uma maneira de ver, sentir e se relacionar com o mundo. O conflito entre a matéria e a alma foi o dilema do homem barroco. Relacione o espírito barroco com o contexto histórico da mineração das cidades mineiras.

d) Escolha uma obra do barroco brasileiro (pintura, escultura ou estatuária) e faça uma leitura da obra. Atenção! Essa leitura deve ser pessoal e inédita.

e) Para refletir: as cidades mineiras dos roteiros turísticos, chamadas de cidades históricas,  têm mais história que outras cidades brasileiras? Disserte.

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  At.: Frankenstein e a clonagem (para 00/00)

Propõe-se nesta atividade discutir o ideal do pensamento Iluminista em se obter o progresso material dominando as forças da Natureza através da pesquisa científica. Esse ideal que visava beneficiar toda a humanidade acabou se defrontando com uma sociedade burguesa capitalista que dividiria os indivíduos entre ricos e pobres, ou seja, aqueles que desfrutariam deste progresso material tecnológico e aqueles que viveriam à margem de todo desenvolvimento. Portanto, o desafio maior ao se considerar uma sociedade capitalista é encontrar um ponto de equilíbrio entre os benefícios da tecnologia com uma postura ética e humana.

a) Defina os objetivos do Iluminismo.

b) Faça um texto discorrendo sobre a questão da tecnologia no mundo moderno, procurando responder às seguintes indagações: o homem torna-se refém de suas invenções tecnológicas? A tecnologia inclui ou exclui o homem? Mantemos o controle absoluto sobre elas? Quais os limites éticos da ciência?

c) O que você pensa sobre a clonagem? As pesquisas da clonagem de seres humanos devem ter limites?

d) Qual a semelhança entre a história de Frankenstein e as pesquisas de clonagem? Considere os seguintes fatores para discussão: homem, ciência, ética e Deus.

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  At.: A escravidão antiga e moderna (para 00/00)

 

O presente trabalho propõe uma leitura de documentação primária para diferenciar a ideia de escravidão antiga (Grécia e Roma) e escravidão moderna (Brasil colonial). Leia a coletânea de textos intitulada "Escravidão antiga e moderna" (veja seção "textos") e responda as questões a seguir:

TEXTO I:
a) Quais os mecanismos propostos por Varrão para que o senhor controlasse seu escravo na Roma antiga?
b) Essa proposta de controle pela afetividade lembra alguma relação que você já passou na sua vida. Defina e explique essa relação.
c) Considerando esses mecanismos de controle, pode-se dizer que o escravo questionava radicalmente a escravidão romana?

 

TEXTO II:
d) Qual a novidade do escravismo romano comparado a escravidão grega?
e) Que funções diferenciadas desempenhavam os escravos na antiguidade?


TEXTO III:
f) Como Padre Antônio Vieira justifica a escravidão do negro africana?


CONCLUSÃO:
g) A noção que temos de escravidão refere-se à escravidão moderna, do Brasil colônia, por exemplo. Com base nos textos estabeleça diferenças e semelhanças entre a escravidão antiga e a escravidão moderna.

 

LEIA MAIS!

http://reporterbrasil.org.br/trabalho-escravo/comparacao-entre-a-nova-escravidao-e-o-antigo-sistema/

http://www.historia.uff.br/tempo/artigos_dossie/artg6-1.pdf

http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=321027647008

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